A Eli Lilly and Company registrou resultados financeiros recordes em 2025, com receita total de US$ 65,18 bilhões, um crescimento de 45% em relação aos US$ 45,04 bilhões registrados em 2024. O desempenho foi impulsionado pela forte demanda por seus medicamentos da classe GLP-1 voltados ao tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade.
O principal destaque foi o Mounjaro, que alcançou US$ 36,5 bilhões em vendas ao longo do ano, tornando-se o medicamento de prescrição mais vendido do mundo.
O ritmo de crescimento foi mantido em 2026. No primeiro trimestre, a companhia reportou receita de US$ 19,8 bilhões, alta de 56% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
O portfólio de medicamentos GLP-1 continuou sendo o principal motor desse desempenho. As vendas do Mounjaro cresceram 125% em relação ao primeiro trimestre de 2025, enquanto o Zepbound, indicado para o tratamento da obesidade, registrou aumento de 80% nas vendas.
A Eli Lilly também informou lucro ajustado por ação (EPS) de US$ 8,55 no primeiro trimestre de 2026, acima da estimativa de consenso do mercado, de US$ 6,66, refletindo a expansão da receita e da rentabilidade operacional.
A companhia gerou US$ 22 bilhões em fluxo de caixa livre (free cash flow) e projeta que esse valor alcance aproximadamente US$ 47 bilhões até 2030. A expectativa é que os recursos sustentem investimentos em pesquisa e desenvolvimento, ampliação da capacidade de produção e lançamento de novos medicamentos.
Nos últimos anos, os tratamentos baseados em GLP-1 vêm transformando a indústria farmacêutica, impulsionados pela crescente demanda por medicamentos voltados ao controle do diabetes e da obesidade, dois dos segmentos de maior expansão no mercado global de saúde.
A Eli Lilly continua ampliando sua capacidade de fabricação e investindo no desenvolvimento de seu portfólio, diante da demanda crescente por medicamentos da classe GLP-1 em mercados internacionais.





















