A APIPASS, empresa de Florianópolis especializada em integração e orquestração de sistemas, projeta crescer 35% em 2026 impulsionada pelo avanço da inteligência artificial nas empresas. A companhia atua como uma camada de integração entre diferentes plataformas corporativas, permitindo que sistemas operem de forma conjunta e estejam preparados para aplicações de IA.
A empresa tem como sócios o Grupo Supero e a nstech, atendendo operações de alta complexidade nos setores de logística, indústria e varejo.
Segundo Valdemir Silveira, CEO e cofundador da APIPASS, o crescimento da inteligência artificial nas empresas aumenta a necessidade de integração eficiente entre sistemas.
“O mercado está acelerado na incorporação de Inteligência Artificial e nós somos um passo antes, a camada essencial para quem quer implementar a solução”, afirma.
Integração e governança de dados
A plataforma conecta ERPs, CRMs e aplicações legadas em uma estrutura única, permitindo o monitoramento em tempo real dos fluxos de dados.
A proposta da empresa é substituir integrações desenvolvidas manualmente por uma abordagem low-code, reduzindo o esforço técnico e acelerando projetos de Tecnologia.
Segundo a companhia, a centralização das integrações também melhora a governança de informações e facilita o uso de dados em automações, dashboards e sistemas inteligentes.
Economia operacional
A APIPASS afirma que a solução pode gerar economia superior a 80% em operações de integração para empresas que trabalham com grande volume de dados.
Entre os clientes estão JBS, Mondelez International, Red Bull, Portonave, Sebrae, Royal Canin, Cacau Show e o aplicativo 99.
De acordo com a empresa, a plataforma oferece disponibilidade de 99,8% e monitoramento contínuo das integrações críticas das operações.
IA depende de infraestrutura conectada
Para especialistas do setor, a adoção eficiente da inteligência artificial depende diretamente da capacidade das empresas de integrar sistemas e estruturar fluxos de dados consistentes.
Segundo Valdemir Silveira, muitas organizações ainda operam com ecossistemas fragmentados, o que dificulta ganhos reais de produtividade com IA.
“A nossa plataforma endereça a dor de ecossistemas fragmentados, permitindo que a operação escale sem dependência de scripts frágeis ou manutenções caras”, destaca.
A meta da empresa é ampliar a presença em projetos de transformação digital e consolidar a plataforma como infraestrutura para operações inteligentes até 2028.






















