Mais do que uma simples leitura: é informação relevante, confiável e que gera conexão!

Brasil deve manter o ritmo de exportação de commodities

Atual cenário da exportação no País demanda novas plataformas de comercialização

O Brasil é a fazenda do mundo e tem demonstrado sua força com a venda de commodities para a China, sendo a soja o principal deles, até porque o nosso País é o maior produtor desse insumo.

Somente em 2020, apesar da pandemia, o Brasil exportou novamente mais de 100 bilhões de dólares no setor do agronegócio e com relação a esse comportamento. Teve um estudo pelo USDA (Departamento de agricultura dos Estados Unidos) que o Brasil vai aumentar em até 40% a produção do setor até o ano de 2027. O que significa que haverá ainda mais exportação nessa área.

E a China segue como uma das maiores parceiras comerciais do Brasil, especialmente nessa área e muito além da soja, o consumo de café no país, por exemplo, também teve um aumento nos últimos anos e a tendência é crescer ainda mais. Por essa razão, manter as relações amigáveis com a China é fundamental.

Neste ano, com a força de commodities como a soja, café e carne, é possível que o Brasil ultrapasse a marca dos 100 bilhões de dólares com exportações novamente. Nesse setor, os maiores exportadores são os Estados Unidos, os Países Baixos e o Brasil.

Os números da exportação de café do Brasil são ótimos pois, além da volatilidade dos valores, os compradores costumam adquirir em grandes quantidades.

Diversos fatores podem impactar o valor da tonelada ou da saca de café. Um bom exemplo é que no final de 2020 vendíamos a tonelada de determinado tipo de café por aproximadamente US$ 2 mil por tonelada e atualmente esse mesmo tipo vale US$ 2,4 mil por tonelada.

A safra é iniciada no começo do segundo semestre e em algumas áreas, como o Sul de Minas Gerais, os agricultores já começaram a colheita.

Até o final de 2021 ainda há muito a ser comercializado e mesmo em um ano baixo, quando produtores tiveram uma grande quebra em comparação a outros períodos, os números serão positivos por dois motivos: a alta do dólar e o café que sobrou do último ano.

Em contrapartida, na bolsa de valores de Nova Iorque, os contratos de café vêm sendo liquidados de maneira rápida e forte, um dos motivos que pode influenciar no preço da commodity.

Não existe uma razão objetiva para isso, apenas especulação de lucro dos compradores desses contratos, que agora estão vendendo.

A Bravus é uma plataforma digital que tem objetivo em simplificar o processo de exportação de commodities do Brasil para o mundo. O fundador, Thomas Raad percebeu essa necessidade enorme para poder deixar o fluxo de exportação mais eficiente senão o Brasil não aguenta crescer.

“Temos oferta mas não temos estrutura digital suficiente, trabalhamos na base do e-mail ainda” Outra novidade que será lançada pela Bravus é um integração de frete marítimo para o mundo dos commodities de fato, para facilitar e melhorar a experiência de comercialização desses itens ao redor do mundo.


Nascido nos Estados Unidos, Thomas Raad atualmente vive no Brasil. Fluente em árabe, inglês e português, cursou Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior e desde os 24 anos atua como trader de commodities, sendo especialista na exportação de café e outros alimentos e especiarias.

Sua trading company, Raad International Trading, já exportou produtos como café, arroz, pimenta do reino, derivados de milho, gergelim, açaí, carvão vegetal e amêndoas de cacau. Além de negócios no Brasil, já exportou café da Colômbia e Vietnã e orégano do Peru.

Comentários estão fechados.