Candidatos convocados para a segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) têm até as 23h59 da próxima terça-feira (5) para informar a preferência de local de trabalho. A etapa é destinada exclusivamente aos aprovados para o cargo de analista técnico-administrativo.
A convocação foi publicada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos no Diário Oficial da União e também comunicada diretamente aos candidatos por e-mail. Ao todo, mais de mil aprovados participam desta fase do processo.
A escolha deve ser feita por meio da plataforma SouGov.br ou pelo site oficial, utilizando login da conta Gov.br. No sistema, os candidatos podem listar as localidades disponíveis em ordem de preferência.
O ministério esclarece que o preenchimento das opções não é obrigatório. Caso o candidato não manifeste preferência, a definição da lotação será feita pela administração pública federal, conforme necessidade dos órgãos.
Critérios de distribuição
Os convocados poderão ser lotados em até 36 órgãos federais, distribuídos por diversas regiões do país, incluindo capitais e cidades estratégicas. A alocação seguirá critérios definidos pelo governo federal, como disponibilidade de vagas, interesse do candidato e classificação no concurso.
Também serão respeitadas prioridades legais, como a destinação de vagas para pessoas com deficiência (PCDs) e a alternância entre ampla concorrência e vagas reservadas, conforme previsto no edital.
O processo de escolha tem caráter formal. Ao indicar as preferências, o candidato já manifesta aceitação das possíveis localidades, inclusive fora das capitais.
Regras para lotação
O edital estabelece que, em casos de nomeação para Brasília ou capitais, não haverá possibilidade de recusa. Caso o candidato não aceite, será considerado desistente.
Por outro lado, para cidades fora dessas regiões, a administração não poderá designar o candidato para um município que não tenha sido previamente indicado, garantindo maior previsibilidade ao aprovado.
Carreira transversal
O cargo de analista técnico-administrativo integra a carreira de Analista Técnico do Executivo (ATE), criada recentemente pelo governo federal. Com caráter transversal, a função permite atuação em diferentes órgãos, conforme as necessidades da administração pública.
A proposta é fortalecer a capacidade técnica do Estado, ampliando a flexibilidade na alocação de profissionais e melhorando a eficiência dos serviços públicos.
Com informação Agência Brasil.






















