O Banco do Brasil registrou uma economia de R$ 76 milhões em despesas com energia elétrica ao longo de 2025, resultado de investimentos em eficiência energética e ampliação do uso de fontes renováveis. As iniciativas também reduziram o consumo em 6%, o equivalente a 33,62 gigawatts, consolidando avanços na gestão energética da instituição.
De acordo com dados do banco, a redução de custos representa uma queda de 16,21% nas despesas com energia, refletindo uma estratégia que combina modernização da infraestrutura, adesão ao Mercado Livre de Energia e expansão da geração distribuída.
Atualmente, o Banco do Brasil conta com 27 usinas próprias de energia renovável em operação, distribuídas por 19 estados em todas as regiões do país. Em 2025, quatro novas unidades foram incorporadas ao sistema, ampliando a capacidade de fornecimento de energia limpa para cerca de 1.700 unidades do banco.
Além disso, a instituição avançou na migração de prédios para o Mercado Livre de Energia, com mais 635 unidades passando a operar nesse modelo. A mudança permite maior previsibilidade de custos e contratação de energia proveniente de fontes renováveis.
Segundo o diretor de Suprimentos, Infraestrutura e Patrimônio do banco, Carlos Eduardo Guedes Pinto, a estratégia energética fortalece a Sustentabilidade e a eficiência operacional. Ele destaca que a combinação entre geração distribuída e mercado livre torna a operação mais resiliente e alinhada à transição para uma matriz energética mais limpa.
As medidas também contribuem para a redução da pegada de carbono da instituição, reforçando o compromisso com práticas ambientais responsáveis e com a otimização de recursos. O avanço posiciona o banco entre as organizações que adotam soluções estruturais para reduzir custos e impactos ambientais de forma simultânea.






















