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Healthtech catarinense cresce 35% durante pandemia e ganha mercado internacional

Colômbia, Chile, Peru e Panamá são alguns dos países para os quais a Ninsaúde expandiu as atividades nos últimos três meses

A healthtech catarinense Ninsaúde segue em franca expansão pelo mercado internacional — mesmo durante a crise instaurada no mundo por conta da pandemia do novo coronavírus — e pretende dobrar o faturamento ainda em 2020.

Apesar de expressivo, o desempenho da startup brasileira não é algo isolado e corrobora com uma onda de crescimento no setor.

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), enquanto em 2015 o Brasil registrava 235 healthtechs, hoje já são cerca de 450 empresas do tipo inovando dentro do segmento de saúde no país.

Agora, a Ninsaúde passa também a atuar na Colômbia, no Peru, no Panamá e no Chile, com grandes chances de entrar em mercados ainda maiores como Argentina e México, sem deixar de contar o Equador.

Para o CEO da Ninsaúde, Helton Marinho, isso é reflexo de uma cultura de desenvolvimento que ganha cada vez mais força no Brasil, baseada na união de várias frentes de trabalho e de colaboradores. “Aqui em Santa Catarina, por exemplo, temos apoio do governo e de instituições como a Associação Catarinense de Tecnologia”, explica o executivo. “O incentivo fiscal, a mão de obra qualificada disponível, as várias faculdades de TI e as redes de investidores são fatores determinantes para que projetos de tecnologia tenham o impulso necessário.”

Outro fator que provocou a expansão da startup catarinense para o mercado internacional foi o fato de o custo de vida no Sul ser mais baixo na comparação com algumas regiões do Brasil, em especial o Sudeste. “Aqui é possível oferecer tecnologia de qualidade a preço justo, o que torna nossos serviços e preços bastante competitivos nos países em que entramos”, diz Helton.

Helton ainda avalia o papel do avanço da tecnologia na área da saúde e considera que a presença digital em redes sociais será um grande diferencial para os médicos daqui em diante. “Depois da hype da telemedicina, o modelo de segunda opinião via teleatendimento será o futuro”, afirma.

Para o especialista, médicos vão estar cada vez mais presentes no mundo digital, já que retornos de consultas por parte dos pacientes em horários específicos poderão feitos remotamente, para que o tempo do médico seja melhor aproveitado e para evitar o deslocamento desnecessário de pacientes.

Contudo, Helton acredita que a tecnologia não substituirá o contato físico e nem mudará a importância das consultas presenciais. “As pessoas precisam se encontrar, conversar e discutir tratamentos. O que acredito é que os pacientes vão passar a procurar segundas opiniões mais vezes, valendo-se de médicos renomados em grandes centros”, conclui.

Sobre a Ninsaúde

A Ninsaúde é uma startup de tecnologia da informação que atua no mercado de saúde. Desde 2013, oferece tudo o que os profissionais e consultórios precisam para organizar e melhorar o atendimento a pacientes.

Presente em 17 estados brasileiros e no exterior, a healthtech garante a profissionais da saúde a possibilidade de agendar consultas, gerenciar quadros clínicos e administrar finanças por meio de soluções tecnológicas. Além de fornecer recursos tecnológicos para o teleatendimento.

Sobre a plataforma Apolo

Desenvolvida pela startup catarinense Ninsaúde, a Apolo facilita a gestão de agendamentos em clínicas e laboratórios, levando informação de forma rápida e permitindo mudanças de horários, com notificações pertinentes a médicos e pacientes. Também realiza a gestão financeira, com controle de receitas, depósitos a fornecedores e agendamento de despesas recorrentes.

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