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Faltam profissionais de Tecnologia e Informação (TI) no Brasil

Com a migração de muitas atividades para Home Office, o cenário foi agravado

De acordo com informações da Brasscom, Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, o Brasil forma 46 mil pessoas com perfil tecnológico por ano, porém, estima-se que, de 2019 até 2024, a demanda por profissionais será de 420 mil, correspondendo a uma média simples de 70 mil por ano. Se não houver mudanças, haverá um déficit de 260 mil profissionais.

O coordenador do curso de Engenharia de Computação do Centro Universitário do Instituto Mauá de Tecnologia, prof. Angelo Zanini, reforça que a falta de profissionais de Tecnologia da Informação (TI) é antiga, mas deve piorar, pois há um mercado de desenvolvimento tecnológico amplo e em pleno crescimento.

“O mercado de tecnologia da informação sempre esteve muito aquecido, mas, com a pandemia, houve um aumento ainda mais significativo de atividades no formato Home Office, tornando o profissional de tecnologia imprescindível para realizar toda a estrutura da computação em nuvem e fazer demais redes e sistemas funcionarem perfeitamente em qualquer lugar, além dos dados, Engenharia de Software, informática, hardwares e softwares. Cada vez mais o mercado se dá conta de quão alto é o déficit de profissionais de TI, pela falta de profissionais bem qualificados a contratar”, comenta prof. Zanini.

Formação de excelência

O profissional de TI relaciona-se com vários setores da organização, normalmente propondo soluções inovadoras e solucionando problemas referentes a servidores, uso de softwares e implantação e administração de sistemas, a fim de impulsionar as atividades de todos os envolvidos.

Por isso, as universidades devem preparar o profissional com um olhar mais amplo sobre os aspectos específicos da área com uma diversidade de formações, como faz a Mauá.

“Formamos em torno de 30 Engenheiros de Computação ao ano e todos, sem exceção, formam-se já empregados. Priorizamos, mais do que adquirir conhecimentos específicos, trabalhar outras habilidades como ambiente, comunicação, estratégia, processos, dinamismo, empreendedorismo, criatividade e inovação, por exemplo. Entender tudo o que for relativo à tecnologia da informação não é suficiente. É necessário também ter visão de negócios para tomadas de decisões assertivas. Conhecimento de línguas, proatividade e senso de responsabilidade são grandes diferenciais para o profissional que aspira a se especializar dentro ou fora do País, atuar em empresas de destaque e crescer na carreira”, comenta o prof. Zanini, que ainda lembra que a Mauá promoverá vestibular no meio do ano para ingresso no curso.

Sobre o Instituto Mauá de Tecnologia

O Instituto Mauá de Tecnologia – IMT promove o ensino científico-tecnológico há 59 anos, visando formar recursos humanos altamente qualificados. Com dois campi localizados em São Paulo e São Caetano do Sul, o IMT conta com um Centro Universitário e um Centro de Pesquisas.

O Centro Universitário oferece cursos de graduação em Administração, Design e Engenharia. Na pós-graduação, são oferecidos cursos de atualização, aperfeiçoamento e especialização (MBA) nas áreas de Gestão, Design e Engenharia.

O Centro de Pesquisas desenvolve tecnologias para atender às necessidades da indústria e atua como importante elemento de ligação entre as empresas e a academia.

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