• Recentes
  • Tendências
edit post
pib-industria

Produção industrial cresce 0,8% em agosto

01/10/2019
edit post
Indústrias adotam inteligência artificial enquanto enfrentam falhas na organização comercial

Indústrias adotam inteligência artificial enquanto enfrentam falhas na organização comercial

11/08/2026
edit post
Uso de inteligência artificial cresce nas empresas, mas impacto ainda é limitado

Tecnologia e logística ampliam competitividade de pequenos vendedores nos marketplaces

11/08/2026
edit post
Inteligência artificial passa de diferencial tecnológico a infraestrutura nas empresas

Inteligência artificial passa de diferencial tecnológico a infraestrutura nas empresas

11/08/2026
edit post
SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

11/08/2026
edit post
Automação reduz em mais de 80% tempo de espera de caminhões em terminal no Peru

Automação reduz em mais de 80% tempo de espera de caminhões em terminal no Peru

11/08/2026
edit post
Contratação estratégica pode reduzir erros e aumentar alinhamento entre profissionais e empresas

Contratação estratégica pode reduzir erros e aumentar alinhamento entre profissionais e empresas

10/08/2026
edit post
Falta de planejamento pode comprometer sucessão em empresas familiares

Falta de planejamento pode comprometer sucessão em empresas familiares

10/08/2026
edit post
Investimentos em infraestrutura de transporte ficam abaixo do necessário

Investimentos em infraestrutura de transporte ficam abaixo do necessário

10/08/2026
edit post
Filas são registradas em postos de vacinação contra o sarampo em São Paulo

Filas são registradas em postos de vacinação contra o sarampo em São Paulo

10/08/2026
edit post
Atraso na ampliação do teste do pezinho dificulta diagnóstico da AME

Atraso na ampliação do teste do pezinho dificulta diagnóstico da AME

10/08/2026
edit post
Crise na fronteira entre Chile e Argentina gera prejuízo de US$ 10 milhões e afeta transporte brasileiro

IA mais autônoma exige novos controles e governança nas empresas

08/08/2026
edit post
Crise na fronteira entre Chile e Argentina gera prejuízo de US$ 10 milhões e afeta transporte brasileiro

Crise na fronteira entre Chile e Argentina gera prejuízo de US$ 10 milhões e afeta transporte brasileiro

08/08/2026
O Valor da Informação Certa, Na Hora Certa. Revista Capital Econômico!
terça-feira, 11 agosto, 2026
  • Início
  • Finanças
  • Business
  • Investimentos
  • Marketing
  • Colunas
    • Kelly Couto
    • Redação
    • Suellen Souza
    • Tábata Félin
    • Lucas Ayalla
  • Notícias
    • Economia
    • Empreendedorismo
    • Comércio
    • Agro
    • Gestão & Saúde
    • Tecnologia e Inovação
  • Oportunidades
  • Ferramentas
    • Simulador da Lotofácil
    • Cambio
  • Loterias
  • Ferramentas
    • Bitcoin BTC
    • Cripto
  • Mais
    • CE Channel
    • Contato
    • Imprensa
    • Mapa do site
    • Web Stories
    • Notificação DMCA
    • Acessibilidade
    • Conteúdo
    • Ética
    • Política de Privacidade
    • TERMOS
Sem resultados
Ver todos resultados
O Valor da Informação Certa, Na Hora Certa. Revista Capital Econômico!
  • Início
  • Finanças
  • Business
  • Investimentos
  • Marketing
  • Colunas
    • Kelly Couto
    • Redação
    • Suellen Souza
    • Tábata Félin
    • Lucas Ayalla
  • Notícias
    • Economia
    • Empreendedorismo
    • Comércio
    • Agro
    • Gestão & Saúde
    • Tecnologia e Inovação
  • Oportunidades
  • Ferramentas
    • Simulador da Lotofácil
    • Cambio
  • Loterias
  • Ferramentas
    • Bitcoin BTC
    • Cripto
  • Mais
    • CE Channel
    • Contato
    • Imprensa
    • Mapa do site
    • Web Stories
    • Notificação DMCA
    • Acessibilidade
    • Conteúdo
    • Ética
    • Política de Privacidade
    • TERMOS
Sem resultados
Ver todos resultados
O Valor da Informação Certa, Na Hora Certa. Revista Capital Econômico!
Sem resultados
Ver todos resultados
Home Notícias Economia

Produção industrial cresce 0,8% em agosto

Redação por Redação
01/10/2019
em Economia
Tempo de leitura: 7 minutos
0
A A
pib-industria
CompartilharCompartilhar

Em agosto de 2019, a produção industrial cresceu 0,8% frente a julho (série com ajuste sazonal), eliminando, assim, grande parte da perda de 0,9% acumulada no período maio-julho de 2019. Na série sem ajuste sazonal, no confronto com agosto de 2018, o total da indústria apontou redução de 2,3% em agosto de 2019, após também registrar recuo em junho (-5,9%) e julho (-2,5%).

Talvez você goste de ver:

Contratação estratégica pode reduzir erros e aumentar alinhamento entre profissionais e empresas

Falta de planejamento pode comprometer sucessão em empresas familiares

Investimentos em infraestrutura de transporte ficam abaixo do necessário

Produção industrial cresce 0,8% em agosto IBGE indicadores 2

O setor industrial acumulou queda de 1,7% nos oito primeiros meses de 2019. O acumulado nos últimos 12 meses, ao assinalar recuo de 1,7% em agosto de 2019, mostrou perda de ritmo frente ao resultado do mês anterior (-1,3%) e permaneceu com a trajetória predominantemente descendente iniciada em julho de 2018 (3,2%). Veja a publicação completa e mais informações no material de apoio.

Produção industrial cresce 0,8% em agosto IBGE indicadores

10 dos 26 ramos pesquisados crescem em agosto

No crescimento de 0,8% da atividade industrial na passagem de julho para agosto de 2019, somente uma das quatro grandes categorias econômicas e 10 dos 26 ramos pesquisados mostraram expansão na produção. Entre as atividades, a influência positiva mais importante foi registrada por indústrias extrativas, que avançou 6,6%, quarta taxa positiva consecutiva, acumulando, assim, ganho de 25,2% nesse período. Vale destacar que esses resultados positivos interromperam três meses seguidos de queda na produção, período em que acumulou redução de 24,2%. Outros impactos positivos relevantes foram observados nos setores de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (3,6%) e de produtos alimentícios (2,0%), com o primeiro assinalando avanço de 7,7% no período maio-agosto de 2019; e o segundo interrompendo três meses consecutivos de queda na produção, período em que acumulou perda de 3,0%.

Por outro lado, entre os 16 ramos que reduziram a produção nesse mês, o desempenho de maior importância para a média global foi registrado por veículos automotores, reboques e carrocerias, que recuou 3,0%, revertendo, dessa forma, a expansão de 1,4% verificada no mês anterior, quando interrompeu dois meses consecutivos de queda, período em que acumulou redução de 4,4%. Vale destacar também os resultados negativos assinalados pelos ramos de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-7,4%), de máquinas e equipamentos (-2,7%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-4,9%), após o crescimento observado em julho último: 0,9%, 6,4% e 6,4%, respectivamente.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda na comparação com o mês imediatamente anterior, bens intermediários, ao crescer 1,4%, mostrou a única taxa positiva em agosto de 2019, após assinalar queda em junho (-0,6%) e ficar estável em julho (0,0%). Por outro lado, o setor produtor de bens de consumo duráveis (-1,8%) apontou o recuo mais intenso nesse mês, após avançar 0,4% em julho de 2019, quando interrompeu dois meses consecutivos de queda na produção, período em que acumulou redução de 3,0%. Os segmentos de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,4%) e de bens de capital (-0,4%) também assinalaram resultados negativos em agosto de 2019, com o primeiro eliminando parte do avanço de 1,3%% verificado em julho; e o segundo marcando o terceiro mês seguido de queda na produção, com perda acumulada de 1,1% nesse período.

Média móvel trimestral tem variação nula (0,0%)

Ainda na série com ajuste sazonal, a evolução do índice de média móvel trimestral para o total da indústria mostrou variação nula (0,0%) no trimestre encerrado em agosto de 2019 frente ao nível do mês anterior, após registrar trajetória predominantemente descendente desde setembro de 2018.

Entre as grandes categorias econômicas, ainda em relação ao movimento deste índice na margem, bens de consumo duráveis (-0,7%) e bens de capital (-0,4%) apontaram os resultados negativos nesse mês, com ambos marcando o segundo mês seguido de queda e acumulando nesse período perda de 1,6% e 0,5%, respectivamente. O setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis também mostrou variação nula (0,0%) em agosto de 2019, após assinalar decréscimo de 0,4% no mês anterior. Por outro lado, o segmento de bens intermediários (0,3%) apontou o único avanço nesse mês e mostrou o segundo resultado positivo consecutivo nesse tipo de comparação, após interromper no mês anterior a trajetória descendente iniciada em janeiro de 2019.

Ler  Faturamento da indústria brasileira cresce 3,8% em março, mas setor ainda enfrenta impacto dos juros altos

Produção industrial cai 2,3% em relação a agosto de 2018

Na comparação com agosto de 2018, o setor industrial assinalou recuo de 2,3% em agosto de 2019, com resultados negativos nas quatro grandes categorias econômicas, 23 dos 26 ramos, 55 dos 79 grupos e 63,1% dos 805 produtos pesquisados. Vale citar que agosto de 2019 (22 dias) teve um dia útil a menos do que igual mês do ano anterior (23).

Entre as atividades, veículos automotores, reboques e carrocerias (-5,8%), outros produtos químicos (-6,1%) e celulose, papel e produtos de papel (-8,4%) exerceram as maiores influências negativas na formação da média da indústria, pressionadas, em grande medida, pela menor fabricação dos itens automóveis, na primeira; adubos ou fertilizantes com nitrogênio, fósforo e potássio (NPK), etileno não-saturado, superfosfatos, policloreto de vinila (PVC), amoníaco, hidróxido de sódio (soda cáustica), tintas e vernizes para impressão e construção, ureia e oxigênio, na segunda; e pastas químicas de madeira (celulose), na terceira.

Vale destacar também as contribuições negativas assinaladas pelos ramos de indústrias extrativas (-1,8%), de produtos de borracha e de material plástico (-5,6%), de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-12,7%), de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-6,4%), de máquinas e equipamentos (-3,1%), de confecção de artigos do vestuário e acessórios (-6,5%), de bebidas (-3,7%) e de outros equipamentos de transporte (-9,7%). Em termos de produtos, os impactos negativos mais importantes nesses ramos foram, respectivamente, minérios de ferro; peças e acessórios de plástico para indústria automobilística, pneus novos para automóveis e motocicletas, embalagens de plástico para produtos alimentícios ou bebidas, chapas, folhas e outras formas planas autoadesivas de plásticos, artigos descartáveis de plástico, sacos, sacolas e bolsas de plástico para embalagens ou transporte, chapas, folhas, tiras e lâminas de plásticos, artigos de plástico para uso doméstico, correias de transmissão de borracha vulcanizada e reservatórios, caixas de água, cisternas, piscinas e artefatos semelhantes de plástico; serviços de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para usos industriais, de estruturas flutuantes, de máquinas motrizes não-elétricas e de máquinas e equipamentos para prospecção e extração mineral; medicamentos; tratores agrícolas, rolamentos de esferas, agulhas, cilindros ou roletes para equipamentos industriais, máquinas para colheita, carregadoras-transportadoras, máquinas para encher, fechar e embalar, centros de usinagem para trabalhar metais e bombas centrífugas; camisetas de malha, calças compridas, vestidos de malha, conjuntos de malha, calcinhas de malha, macacões e jalecos e roupas de dormir ou de banho de malha de uso feminino; preparações em xarope para elaboração de bebidas para fins industriais; e embarcações para transporte de pessoas ou cargas (inclusive petroleiros e plataformas), partes e peças para veículos ferroviários, aviões e vagões de passageiros e para transporte de mercadorias.

Por outro lado, ainda na comparação com agosto de 2018, entre as três atividades que apontaram ampliação na produção, as principais influências no total da indústria foram registradas por coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (5,0%) e produtos alimentícios (1,0%), impulsionadas, em grande medida, pela maior produção de gasolina automotiva, álcool etílico e óleos combustíveis, na primeira; e de açúcar cristal e VHP, sucos concentrados de laranja e carnes e miudezas de aves congeladas, na segunda.

Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, bens de consumo duráveis (-5,6%) e bens de capital (-3,7%) assinalaram, em agosto de 2019, os recuos mais acentuados entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens intermediários (-2,1%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (-0,7%) também apontaram resultados negativos nesse mês, mas ambos com reduções menos intensas do que a observada na média nacional (-2,3%).

Ler  Brasil atinge recorde de 66,8% dos trabalhadores contribuindo para a Previdência

O segmento de bens de consumo duráveis recuou 5,6% em agosto de 2019 frente a igual período do ano anterior, após avançar 1,0% em julho último. Nesse mês, o setor foi particularmente pressionado pela redução na fabricação de automóveis (-11,9%). Vale citar também a queda assinalada pelo grupamento de móveis (-6,2%). Por outro lado, os principais impactos positivos foram verificados em eletrodomésticos da “linha branca” (7,4%) e da “linha marrom” (3,8%), motocicletas (9,9%) e outros eletrodomésticos (4,7%).

O setor produtor de bens de capital recuou 3,7% no índice mensal de agosto de 2019, após avançar 6,6% em julho último. Na formação do índice desse mês, o segmento foi influenciado, em grande medida, pela queda observada no grupamento de bens de capital para equipamentos de transporte (-6,6%), pressionado, principalmente, pela menor fabricação de embarcações para transporte de pessoas ou cargas (inclusive petroleiros e plataformas), caminhões, aviões, vagões de passageiros e para transporte de mercadorias e reboques e semirreboques (inclusive para uso agrícola). As demais taxas negativas foram registradas por bens de capital agrícolas (-17,3%), de uso misto (-8,3%), para fins industriais (-1,4%) e para construção (-4,8%). Por outro lado, o único impacto positivo foi assinalado pelo grupamento de bens de capital para energia elétrica (5,2%).

Ainda no confronto com igual mês do ano anterior, o segmento de bens intermediários, ao recuar 2,1% no índice mensal de agosto de 2019, apontou a terceira taxa negativa seguida, mas com queda menos acentuada do que as verificadas em junho (-6,2%) e julho (-5,2%) últimos. O resultado desse mês foi explicado, principalmente, pelos recuos nos produtos associados às atividades de outros produtos químicos (-5,9%), de celulose, papel e produtos de papel (-9,7%), de indústrias extrativas (-1,8%), de produtos de borracha e de material plástico (-5,3%), de metalurgia (-1,5%), de produtos de minerais não-metálicos (-2,0%), de veículos automotores, reboques e carrocerias (-1,7%), de máquinas e equipamentos (-2,8%), de produtos de metal (-1,1%) e de produtos têxteis (-1,4%), enquanto as pressões positivas foram registradas por produtos alimentícios (5,7%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (0,7%). Ainda nessa categoria econômica, vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de insumos típicos para construção civil (-0,4%) e de embalagens (-0,5%), com ambos revertendo os avanços observados no mês anterior: 3,2% e 1,6%, respectivamente.

O setor produtor de bens de consumo semi e não-duráveis recuou 0,7% em agosto de 2019 frente a igual período do ano anterior, após avançar 1,5% em julho último. O desempenho nesse mês foi explicado, em grande parte, pela redução observada no grupamento de alimentos e bebidas elaborados para consumo doméstico (-2,9%), pressionado, principalmente, pela menor fabricação de biscoitos e bolachas, bombons e chocolates em barras, carnes de bovinos congeladas, frescas ou refrigeradas, sorvetes e picolés, carnes e miudezas de aves frescas ou refrigeradas, massas alimentícias secas, vinhos de uvas, cervejas e chope. Vale citar também os resultados negativos assinalados pelos grupamentos de semiduráveis (-4,2%) e de não-duráveis (-2,7%), influenciados, em grande medida, pelos recuos registrados nos itens camisetas de malha, calças compridas (de malha ou não), calçados de couro masculino, tapetes e outros revestimentos têxteis para pavimentos, artefatos de alumínio para uso doméstico, vestidos de malha, tênis, conjuntos (de malha ou não) e calçados de borracha moldado, no primeiro; e medicamentos, impressos para fins publicitários ou promocionais em papel, produtos de beleza ou de maquilagem, preparações capilares, papel higiênico e inseticidas, no segundo. Por outro lado, o subsetor de carburantes (13,3%) apontou a única taxa positiva nessa categoria, impulsionado pela maior produção de gasolina automotiva e álcool etílico.

Ler  Escola Nacional de Ciência e Estatística (ENCE) abre inscrições para Doutorado e Mestrado

Em 2019, indústria acumula -1,7%

No índice acumulado para janeiro-agosto de 2019, frente a igual período do ano anterior, o setor industrial mostrou redução de 1,7%, com resultados negativos em uma das quatro grandes categorias econômicas, 16 dos 26 ramos, 47 dos 79 grupos e 55,2% dos 805 produtos pesquisados.

Entre as atividades, indústrias extrativas (-10,7%) exerceu a maior influência negativa na formação da média da indústria, pressionada, em grande medida, pelos itens minérios de ferro. Vale destacar também as contribuições negativas assinaladas pelos ramos de manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos (-9,9%), de outros equipamentos de transporte (-11,1%), de celulose, papel e produtos de papel (-3,3%), de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-4,2%), de produtos de borracha e de material plástico (-2,2%), de produtos de madeira (-5,4%) e de produtos farmoquímicos e farmacêuticos (-2,7%), influenciados, principalmente, pelos itens serviços de manutenção e reparação de máquinas e equipamentos para usos industriais, de estruturas flutuantes e de máquinas e equipamentos para prospecção e extração mineral; embarcações para transporte de pessoas ou cargas (inclusive petroleiros e plataformas), aviões, partes e peças para veículos ferroviários e vagões de passageiros e para transporte de mercadorias; pastas químicas de madeira (celulose); transmissores ou receptores de telefonia celular, antenas, computadores pessoais portáteis (laptops, notebooks, tablets e semelhantes), computadores pessoais de mesa (PC desktops) e televisores; peças e acessórios de plástico para indústria automobilística, pneus novos para automóveis, artigos de plástico para uso doméstico e artigos descartáveis de plástico; madeira serrada, aplainada ou polida e painéis de fibras de madeira; e medicamentos.

Por outro lado, entre as nove atividades que apontaram ampliação na produção, a principal influência no total da indústria foi registrada por veículos automotores, reboques e carrocerias (2,1%), impulsionada, em grande parte, pela maior fabricação dos itens autopeças, caminhões, reboques e semirreboques, caminhão-trator para reboques e semirreboques e carrocerias para ônibus. Outras contribuições positivas relevantes sobre o total nacional vieram de produtos de metal (4,7%), de bebidas (2,9%) e de produtos de minerais não-metálicos (1,9%). Em termos de produtos, os impactos positivos mais importantes nesses ramos foram, respectivamente, construções pré-fabricadas de metal, recipientes de ferro e aço para transporte ou armazenagem de gases, latas de alumínio para embalagens, caldeiras geradoras de vapor, torres e pórticos de ferro e aço, revólveres e pistolas, aparelhos de barbear, artefatos de alumínio para uso doméstico, estruturas de ferro e aço em chapas ou em outras formas, parafusos, ganchos, pinos e outros artefatos de ferro e aço e artefatos diversos de ferro e aço estampado; cervejas e chope; e ladrilhos, placas e azulejos de cerâmica para pavimentação ou revestimento, garrafas, garrafões e frascos de vidro para embalagem, massa de concreto preparada para construção, cimentos “Portland” e elementos pré-fabricados para construção civil.

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para os oito meses de 2019 mostrou menor dinamismo para bens intermediários (-2,8%), pressionada, sobretudo, pela redução verificada em indústrias extrativas (-10,7%), explicada, principalmente, pelos efeitos do rompimento de uma barragem de rejeitos de mineração na região de Brumadinho (MG) ocorrido em janeiro de 2019. Por outro lado, os setores produtores de bens de capital (0,7%), de bens de consumo duráveis (0,5%) e de bens de consumo semi e não-duráveis (0,2%) assinalaram as taxas positivas no índice acumulado no ano.

Compartilhe isso:

  • Clique para compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Clique para compartilhar no X(abre em nova janela) 18+

Curtir isso:

Curtir Carregando...
Tags: IBGEProdução industrial
CompartilhamentosTweet
Redação

Redação

Plataforma independente de jornalismo econômico e de negócios, com cobertura nacional e internacional. Publicamos análises, entrevistas e notícias sobre mercados, investimentos, política econômica e inovação, conectando o Brasil ao cenário global.

Artigos recomendados

Contratação estratégica pode reduzir erros e aumentar alinhamento entre profissionais e empresas

por Taysa Medeiros
10/08/2026
edit post
Contratação estratégica pode reduzir erros e aumentar alinhamento entre profissionais e empresas

A dificuldade para contratar profissionais deixou de ser um problema pontual e passou a fazer parte da realidade de empresas de diferentes portes e setores. Entre os desafios...

Leia maisDetails

Falta de planejamento pode comprometer sucessão em empresas familiares

por Taysa Medeiros
10/08/2026
edit post
Falta de planejamento pode comprometer sucessão em empresas familiares

A sucessão em empresas familiares envolve mais do que a transferência do comando de uma geração para outra. A continuidade do negócio depende também da capacidade de preservar...

Leia maisDetails

Investimentos em infraestrutura de transporte ficam abaixo do necessário

por Taysa Medeiros
10/08/2026
edit post
Investimentos em infraestrutura de transporte ficam abaixo do necessário

Os investimentos em infraestrutura de transporte no Brasil permanecem abaixo do necessário para atender às demandas de logística, mobilidade e integração nacional. A avaliação consta do documento O...

Leia maisDetails

Crise na fronteira entre Chile e Argentina gera prejuízo de US$ 10 milhões e afeta transporte brasileiro

por Taysa Medeiros
08/08/2026
edit post
Crise na fronteira entre Chile e Argentina gera prejuízo de US$ 10 milhões e afeta transporte brasileiro

O prolongado fechamento do Sistema Integrado Cristo Redentor, conhecido como Paso Los Libertadores, principal corredor rodoviário entre Chile e Argentina, tem provocado impactos sobre o transporte internacional de...

Leia maisDetails

Saques da poupança superam depósitos em R$ 7,15 bilhões em julho

por Taysa Medeiros
08/08/2026
edit post
Saques da poupança superam depósitos em R$ 7,15 bilhões em julho

As retiradas da caderneta de poupança superaram os depósitos em R$ 7,15 bilhões em julho deste ano, segundo relatório divulgado nesta sexta-feira (7) pelo Banco Central. No mês,...

Leia maisDetails
edit post
Indústrias adotam inteligência artificial enquanto enfrentam falhas na organização comercial

Indústrias adotam inteligência artificial enquanto enfrentam falhas na organização comercial

por Taysa Medeiros
11/08/2026

Quase metade das empresas industriais avalia ou já implementa ferramentas de inteligência artificial na área comercial, enquanto a maioria ainda...

edit post
Uso de inteligência artificial cresce nas empresas, mas impacto ainda é limitado

Tecnologia e logística ampliam competitividade de pequenos vendedores nos marketplaces

por Taysa Medeiros
11/08/2026

Pequenos e médios vendedores têm encontrado novas formas de competir com grandes empresas no comércio eletrônico por meio do uso...

Logo Revista Capital Econômico

Siga-nos em nossas redes sociais.

  • CANAIS DE ATENDIMENTO
  • POLÍTICA DE CONTEÚDO
  • POLÍTICA DE PRIVACIDADE
  • MAPA DO SITE
edit post
Inteligência artificial passa de diferencial tecnológico a infraestrutura nas empresas

Inteligência artificial passa de diferencial tecnológico a infraestrutura nas empresas

por Taysa Medeiros
11/08/2026

A inteligência artificial (IA) começa a deixar de ser tratada pelas empresas como uma tecnologia experimental e passa a ocupar...

edit post
SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

SUS passa a oferecer teste para rastreamento do câncer colorretal

por Taysa Medeiros
11/08/2026

O Sistema Único de Saúde (SUS) passou a incluir o teste imunoquímico fecal (FIT, na sigla em inglês) entre os...

A Revista Capital Econômico® é sua fonte confiável de notícias sobre economia, investimentos e mercado financeiro. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Diwins.© 2025 Diwins - Especialista em desenvolvimento web, SEO e marketing digital.

Bem-vindo!

Acesse sua conta

Esqueceu a senha?

Recuperar senha

Digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Entrar

Adicionar nova Playlist

Sem resultados
Ver todos resultados
  • Início
  • Finanças
  • Business
  • Investimentos
  • Marketing
  • Colunas
    • Kelly Couto
    • Redação
    • Suellen Souza
    • Tábata Félin
    • Lucas Ayalla
  • Notícias
    • Economia
    • Empreendedorismo
    • Comércio
    • Agro
    • Gestão & Saúde
    • Tecnologia e Inovação
  • Oportunidades
  • Ferramentas
    • Simulador da Lotofácil
    • Cambio
  • Loterias
  • Ferramentas
    • Bitcoin BTC
    • Cripto
  • Mais
    • CE Channel
    • Contato
    • Imprensa
    • Mapa do site
    • Web Stories
    • Notificação DMCA
    • Acessibilidade
    • Conteúdo
    • Ética
    • Política de Privacidade
    • TERMOS

A Revista Capital Econômico® é sua fonte confiável de notícias sobre economia, investimentos e mercado financeiro. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Diwins.© 2025 Diwins - Especialista em desenvolvimento web, SEO e marketing digital.

-
00:00
00:00

Fila

Update Required Flash plugin
-
00:00
00:00
%d