A Novoto nasceu para resolver um problema silencioso do cotidiano: ninguém lembra quando a garantia de um produto vai vencer, até precisar dela. A ideia começou a ser testada ainda em 2018, quando a empresa colocou de pé um MVP focado em organizar notas fiscais, garantias e direitos do consumidor em um único ambiente digital. O projeto atravessou um ciclo de validações até 2021, período marcado também pela pandemia, e ganhou tração real a partir da retomada econômica, quando passou a operar de forma estruturada.
Em 2025, essa proposta simples e prática se traduziu em crescimento. A startup inicia 2026 com alta de 71% e amplia sua atuação com o lançamento de um novo produto: seguro para celular.
A lógica da Novoto é direta. O usuário cadastra seus produtos, a plataforma guarda as garantias, organiza as notas fiscais, avisa quando os prazos estão próximos do vencimento e conecta a soluções de proteção e manutenção. Menos esquecimento, menos prejuízo, mais controle.
Segundo o CEO da empresa, Marcelo Gontijo, “basta tirar uma foto da nota fiscal que a Novoto cuida do resto. Em segundos, seus produtos ficam organizados no app, com acompanhamento dos prazos, envio de alertas e sugestões de soluções quando algo pode virar dor de cabeça”.
Agora, a plataforma também oferece seguro para celular, integrado a essa mesma lógica de gestão. “Celular que quebra não é azar. É um prejuízo recorrente. Tela trincada, queda no chão, furto no meio da rua e, de repente, um gasto que não estava nos planos”, afirma o executivo.
No Brasil, esse risco é concreto. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública indicam cerca de 900 mil roubos e furtos de celulares por ano, o que equivale a mais de dois aparelhos levados por minuto. Pesquisa do Datafolha mostra ainda que quase 10% dos brasileiros passaram por esse tipo de ocorrência em apenas um ano. Somados aos danos acidentais, os impactos no orçamento ficam evidentes.
O seguro para celular da Novoto cobre furto, roubo, quebra de tela e outros imprevistos, mas o diferencial não está apenas na cobertura. A proposta é trazer clareza sobre o direito ao seguro, algo raro nesse mercado. Em muitos serviços tradicionais, o consumidor só descobre as limitações da apólice quando precisa acioná-la. Há casos em que a reposição do aparelho depende da apresentação da nota fiscal, informação que nem sempre é reforçada no momento da contratação.
Na Novoto, a nota fiscal já faz parte do processo. Ela fica armazenada no app, vinculada ao produto e à cobertura, eliminando ruídos e surpresas. Além disso, a plataforma lembra o usuário sobre vencimentos de garantias, seguros e extensões, transformando o seguro em um instrumento de prevenção, e não apenas de reação.
“A lógica é trocar reação por prevenção. Em vez de correr atrás do prejuízo quando ele acontece, você antecipa o risco, protege seu aparelho e ganha previsibilidade financeira. Em um mundo em que o celular virou trabalho, banco, comunicação e memória, ficar desprotegido custa caro”, finaliza Gontijo.
O aplicativo Novoto está disponível para download gratuito nas lojas virtuais de iOS e Android.
Mais sobre a Novoto
A Novoto é uma plataforma móvel, gratuita e com armazenamento ilimitado, que ajuda usuários a organizar notas fiscais com apenas uma foto. Com uso de inteligência artificial, a ferramenta categoriza documentos, envia alertas antecipados sobre prazos de garantias, seguros e manutenções e oferece orientações para melhor aproveitamento dos produtos. Com mais de 28 mil garantias salvas e milhares de itens registrados, de eletrodomésticos e eletrônicos a automóveis, a Novoto reduz desperdícios causados pelo esquecimento e contribui para aumentar a vida útil dos bens.
Mais sobre Marcelo Gontijo
Marcelo Gontijo é fundador e CEO da Novoto. Administrador formado pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP), é tecnólogo em Informática e possui MBA em Financial Management, com formação executiva pela Crotonville, a universidade corporativa da General Electric, em parceria com a HBR e Wharton. Com quase 20 anos de carreira como executivo financeiro em grandes grupos globais, como GE e Enel, onde atuou como diretor de controle financeiro, decidiu se dedicar integralmente à Novoto a partir de 2025, transformando uma inquietação antiga em negócio, com foco em controle, prevenção e organização patrimonial.




















