O mercado de energia solar vive forte expansão no Brasil e já representa cerca de 23% da matriz elétrica nacional, consolidando o país entre as maiores potências globais em capacidade instalada, segundo a ABSOLAR. Desse total, mais de 37 GW correspondem à geração distribuída, incluindo o modelo de geração compartilhada, que permite o acesso à energia a partir de fazendas solares, sem a necessidade de instalação de placas no local de consumo.
Diante desse cenário, a Órigo Energia, que conecta mais de 84 mil unidades consumidoras em 13 estados e já gerou economia de R$ 321 milhões a clientes, elencou seis benefícios para empresas que adotam a energia solar compartilhada.
1. Economia imediata na conta de luz
O modelo permite reduzir gastos com eletricidade já nos primeiros meses, sem investimento inicial ou instalação de equipamentos. Por meio de créditos de energia gerados nas fazendas solares, o custo com energia é reduzido de forma automática, trazendo maior previsibilidade financeira.
“O modelo de geração distribuída compartilhada é ideal para pequenas e médias empresas, mesmo que estejam em locais alugados. Com ele, é possível reduzir custos, aumentar a previsibilidade e fortalecer o compromisso com a Sustentabilidade”, afirma Aurélio Bustilho, CEO da Órigo Energia.
2. Impacto positivo na transição energética
A adesão à energia renovável permite que empresas de todos os portes demonstrem compromisso ambiental. Pequenos e médios negócios passam a adotar padrões de sustentabilidade antes restritos a grandes corporações, fortalecendo sua imagem e alinhamento às práticas ESG.
Esse posicionamento pode se tornar diferencial competitivo, já que consumidores e parceiros valorizam marcas comprometidas com responsabilidade ambiental.
3. Baixo custo de implementação e manutenção
Na geração distribuída compartilhada, não há necessidade de instalar painéis no local de consumo. O modelo dispensa obras, licenças e adaptações elétricas, além de não exigir investimento inicial. A geração e a manutenção ficam sob responsabilidade da empresa operadora das fazendas solares, reduzindo a complexidade operacional para o cliente.
4. Geração de impacto social
Além dos benefícios ambientais, o modelo também pode gerar impacto social. Empresas do setor costumam apoiar instituições sem fins lucrativos por meio da doação de créditos de energia. A Órigo, por exemplo, apoia cerca de 80 organizações em diferentes estados.
Ao reduzir despesas com energia, essas instituições podem direcionar mais recursos às suas atividades-fim, fortalecendo comunidades locais.
5. Fortalecimento da marca e atração de talentos
A adoção de energia renovável representa um compromisso concreto com a sustentabilidade. Isso fortalece a reputação da empresa perante clientes e parceiros e pode contribuir para atrair e reter talentos, especialmente das gerações mais jovens, que valorizam organizações alinhadas a propósitos socioambientais.
6. Novas oportunidades de receita e parcerias
Além da economia na conta de luz, a energia solar compartilhada pode abrir novas frentes de negócio. Programas de parceria permitem que empresas atuem como indicadoras ou integradoras, gerando comissionamentos e ampliando seu portfólio de soluções.
Com isso, a energia solar deixa de ser apenas uma alternativa para redução de custos e passa a integrar a estratégia de crescimento e posicionamento sustentável das organizações.




















