O calor no coração... - Revista Capital Econômico
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O calor no coração…

Estamos em pleno verão. Não é o do “Top less na areia” nem “o de bundinha de fora”. Primeiramente, o icônico hino da estação – eternizado pela cantora Marina Lima – não resiste a um olhar contemporâneo politicamente correto e mais rigoroso. Sexíssimos, sexualização – estão entre os possíveis apedrejamentos.

Verão Covid…

… além disso, este ano não – “ nada de fora”. Muito pelo contrário. É o de botar “o galho dentro” diante do ainda necessário isolamento sanitário por conta do Covid. Isso apesar dos irresponsáveis negacionistas ainda lotarem a orla brasileira impunimente.

Previna os prejuízos do verão

Plena estação, La Ninã com mais chuvas, efeitos do aquecimento global. Somado a isso os eternos serviços ruins que costumam ajudar a infernizar o nosso verão de ano a ano. As constantes bruscas interrupções de energia junto com os temporais resultam em prejuízos aos consumidores. São inegáveis os efeitos naturais, mas evidentes os serviços deficitários e a falta de manutenção.

No caso da energia – com perda de alimentos ou queima de eletrodomésticos, informe imediatamente a fornecedora da sua região. Para se resguardar faça também um registro no site da ANAEL – Agência Nacional de energia Elétrica.
Muitas vezes, de acordo com o local do corte no fornecimento e a duração do apagão, pode fazer com que o transtorno venha em Combo com a também falta de água provocada pela paralização das bombas elétricas. Dependendo do tempo para o restabelecimento, o consumidor também pode solicitar carros pipas gratuitamente à companhia. Interrupções no Serviços de TV pago, internet e telefonia podem ser descontados no cálculo da conta seguinte, dependendo do tempo para o restabelecimento. Não esqueça de solicitar e protocolar!

Mais difícil de acionar são os prejuízos por conta de alagamentos, desabamentos, quedas de galhos e postes. No caso de seguros residenciais e de automóveis, verifique se seus planos cobrem efeitos deste tipo de sinistro. Já em relação as concessionárias e os serviços públicos, existe a possibilidade de tentar uma ação por danos e ressarcimentos. Neste caso, ajuda muito que o cidadão tenha documentado na instituição algum alerta anterior que tenha feito sobre o problema, como: pedido de poda de árvores, solicitação de desentupimento de tubulação obstruída, aviso de áreas com riscos de deslizamentos…

Por sua vez, além de cobrarmos, temos que fazer a nossa parte. As justificativas do poder público e das concessionárias são sempre em relação ao lixo jogado pela população nas encostas ou descartados em locais inapropriados. Só isso justifica os transtornos? Não!!! Porém, é o argumento que sempre usam para justificar suas ausências nas ações preventivas.

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