Governo Federal promove reuniões para discutir a chegada do período chuvoso

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), promoveu, nesta sexta-feira (19), um debate para tratar da chegada do período de chuvas e da necessidade de ações preparatórias para minimizar o risco de desastres e agir com rapidez caso eles venham a ocorrer.

Com a presença do secretário nacional de Proteção e Defesa Civil do MDR, coronel Alexandre Lucas, e de representantes dos órgãos integrantes do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil (Sinpdec), foram discutidas estratégias de prevenção e resposta a partir dos prognósticos apresentados pelas agências de monitoramento.

“Nosso objetivo é planejar a atuação dos órgãos federais em grandes desastres, quando as capacidades dos estados e dos municípios chegam ao limite e eles acabam solicitando apoio federal. O Governo Federal sempre vai estar pronto para apoiá-los, trabalhando de maneira coordenada e integrada, dando assistência às populações afetadas pelo desastre. A coordenação e a integração são muito importantes, pois evitam ‘vazios’ de operação, ou seja, situações que eventualmente deixarão de ser executadas, assim como a sobreposição de esforços”, observou o diretor do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad), Armin Braun.

Durante o evento, foram apresentados prognósticos climáticos, meteorológicos, geo-hidrológicos e análises de questões de risco referentes a deslizamentos e inundações, além de uma avaliação das principais bacias hidrográficas do País, que são muito comprometidas quando existe o aumento de chuvas.

“Nesta época, as principais ocorrências estão relacionadas a problemas meteorológicos que causam inundações, enxurradas, deslizamento de terra, queda de granizo e vendavais”, explicou o coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Defesa Civil Nacional, Antonio Hiller.

Além disso, os estados também informaram como estão se planejando para o período chuvoso. A importância disso, segundo Braun, é poder preparar as agências federais para que elas fiquem atualizadas para que, no caso de uma eventual ocorrência de desastre, possam ajudar a fazer um trabalho sistêmico e integrado.

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