Dia dos Namorados: 67,2% do público vai celebrar a data

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Dia dos namorados e está chegando e se podemos contar com uma coisa, é com a criatividade do brasileiro.
E ainda bem, afinal, em tempos de pandemia, haja imaginação para continuar celebrando as datas importantes.
Junho está chegando e com ele a vez de celebrar o amor.
E é claro que  a data também não passará em branco, já que 57,8% dos entrevistados já estão decididos a comemorar, e outros 18,9% ainda estão indecisos.
Entre eles, 67,2% pretende comprar presentes, sendo 31,8% em lojas virtuais, como aponta uma pesquisa da Social Miner, empresa que une dados de consumo, tecnologia e humanização para ajudar sites a otimizarem seus resultados.

Entre aqueles que pretende celebrar e comprar um presentinho, mais da metade deve investir entre R$ 51 e R$200, sendo que 42,8% deve manter o ticket da compra em até R$100.

Consumidor pretende gastar até R$ 500 no dia dos namorados

De acordo com o levantamento, enquanto em 2019 poucos optaram por investimentos entre R﹩101 à R﹩500, em 2020 esse número cresceu exponencialmente, passando de 24,3% para 47,2%.
Esse número pode significar que com o momento que estamos vivendo o público tenha se permitido investir mais na celebração e nas relações, satisfazendo suas necessidades emocionais e por entretenimento.

Ainda falando do perfil dos respondentes, a maioria são casados (45%), e os mais engajados em celebrar a data são aqueles com faixa etária entre 30 e 49 anos.

 

Para aqueles que ainda não se decidiram, os bons preços ou promoções são os principais fatores que fariam com que mudassem de ideia.

Em relação gênero, entre aqueles que querem celebrar a data, 71,8% dos homens, estão propensos a comprar presentes.

E quanto ao que vão comprar, a pesquisa mostrou que praticamente todas as categorias apresentaram um crescimento na intenção de compra em relação às edições anteriores da data.

 

Nesse contexto, o segmento de eletrônicos e informática cresceu de 20,9% para 29,6% entre o foco dos interessados de 2019 para 2020 e destacam-se também moda e acessórios, beleza e cosméticos, além de vale-presentes – uma alternativa mais cautelosa para quem está inseguro na hora de escolher um produto online e que, por isso mesmo, pode ter crescido junto ao público que está experimentando o varejo online pela primeira vez.

 

O e-commerce é alternativa mais prática e acessível para atender mais de dois terços de consumidores que pretendem ir às compras neste momento, e as marcas precisam garantir uma experiência memorável e relevante para mostrar que essa opção de compra é muito eficiente.

Por isso, as lojas virtuais devem se munir com recursos de comunicação como ferramentas de notificações, chats, plataformas de atendimento e redes sociais, para orientar e ajudar o consumidor a encontrar o que procura.

 

Com uma base composta por mais de 43 milhões de cadastros, a Social Miner também está mapeando o comportamento do consumidor e os impactos da Covid-19 no varejo online.
Para ver os dados, atualizados mensalmente basta acessar http://conteudo.socialminer.com/impactos-coronavirus-ecommerce
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